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Mostrando postagens de Março, 2010

A cura, no lugar errado

Vim, porque me sinto a vontade agora, para falar sobre lugares errados que entramos, e atitudes erradas que tomamos (se sentir a vontade não é se sentir feliz, é poder falar sem medo). Certamente, ando meio psicótica, fugindo de pessoas vestidas de branco, ficando doente e fugindo de qualquer lugar que possa representar cura e saúde, fugindo de remédio e pessoas que "chegam na voadora", por alguns vínculos quaisquer, sabe-se lá porque diabos me apego. Só sei que certa vez, entrei em uma farmácia, e não há problema nenhum em entrar lá, se não fosse eu procurar o remédio pras minhas dores (no corredor errado), acontece que eu não tinha conhecimento, de que farmácias, vendiam veneno em frascos de remédio, aquela vendia, e na minha ânsia de eu mesma escolher o que tomar, escolhi o frasco errado, não tinha bula, mal tinha nome. As pessoas normalmente, tem overdose, quando tomam remédio em excesso, eu sou o único caso de overdose por tomar remédio de menos. As doses que eu tomava

Não saber, simplesmente por não saber, balançar simplesmente por balançar

Mesmo que a história tenha novos personagens, ela é sempre a mesma, e mesmo que o clímax seja diferente, o começo é semelhante e o fim é completamente igual. Depois de uma desilusão amorosa, o errado sempre se envergonha e se faz de forte, não querendo admitir que errou, e a vítima sempre se revolta, dizendo que vai superar e vai ficar como se nunca estivesse melhor, isso acaba estragando os dois e eles não vão melhorar enquanto não puderem esquecer os fatos, sempre que se virem vão se lembrar. São dois idiotas, mas eu menti, nem sempre é assim, para os menos abastados de força, há falta de orgulho, choro e muito sofrimento (EXPLICITO), mesmo que a história não seja igual, ela cansa e só vai mudando pelo cansasso, é natural do ser humano, depois que errou uma vez, mudar alguma ação para ver se não erra de novo (ok, na maioria das vezes ele erra), o amor é um ciclo vicioso, o patético da vida, acompanhado de esperança. É mesmo deprimente o modo como o ser humano leva a vida, quebra a ca

A ilusionista - Dom de iludir...

1. ilusão : engano dos sentidos ou do espírito que faz tomar a aparência pela realidade; interpretação errônea de um fato; Pensamento, esperança quimérica: nutrir-se de ilusões. Ilusão inexiste, pelo menos com esse nome, é ilusão mas não é ilusão, sabem o que quero dizer...a própria ilusão em si já é uma ilusão, sendo assim a própria não existe, se ilude, está iludida. Sou eu, inexisto, sem culpa, de três, em breve, quatro, cinco e seis, são inúmeros os corações que amavelmente adotaram a ilusão, em mim já nem sei quantos são, em tão pouco tempo, sem eu poder nem jogar fora, talvez eu possa reciclar, pintar as partes feias, reformar, reaproveitar, para que alguém possa "usar", mas nem isso sou eu, não tenho culpa de não ser eu, eu sou uma ilusão e não existo também, mas existo pras pessoas, como um olograma, como feita de amor, por amor, mas a vida não é só flores, e eu venho colorindo-a demais, porém, só pra mim, eu repito estou isenta de culpa, as coisas vem até mim, como q

so much for my happy ending...

sim, "so much for my happy ending", "gives you hell", "mr. brightside" ou "conta outra", qualquer uma dessas músicas poderiam falar muito sobre o meu estado de espírito agora, quem está dando as cartas é a desilusão e a solidão, correndo atrás de mim. Vai ser muito dificil esquecer, é, sem dúvida a segunda cena mais inesquecível e chocante de toda a minha vida. Eu vi como foi ficar sem reação, como se eu estivesse no meio da rua, e viesse um caminhão a toda velocidade, sem reação eu ali ficaria e morreria da forma mais drástica então, assim como morreu uma parte de mim ali, não na rua, mas na calçada, no silêncio, de uma noite que poderia sim, ser comum. Foi embora, e eu nem pude dizer adeus, nem para a parte de mim que morreu, nem para a pessoa que a levou. Que guarde com ela minhas lágrimas e o calor de minha alma, e que o fantásma da minha face o assombre, sempre que pensar em ser feliz, e na desgraça que causou. Não tenho raiva, só tristeza,

como odeio banalização

Sim, PUTA da vida, pela banalização dos neon's e cores estranhas. Porque até 5 meses atrás, só EU usava esmaltes estranhíssimos e chamativos, enquanto as madamezinhas usavam apenas variações de vermelho, e ao me ver disparavam: "o que é isso?", e agora nesse verão, TODO MUNDO ACHANDO QUE TEM "O ESTILO" PRA USAR QUALQUER COR DE ESMALTE, usando tudo o que em mim, achavam estranho, lá se vai minha diferença pras outras pessoas, acho que por isso odeio o ser humano, nao quero me igualar a eles. Gosto de ser a ovelhinha negra, a garota de jeans e havaianas, que anda estranho e se sente bem assim. Depois da banalidade do "eu te amo", cigarro, cerveja e traição, a pior banalidade é essa dos esmaltes, não me deixam nem ser eu, em paz mais...Olha, tem que rir pra não chorar... =*

sou?

Sabe quando você coloca o seu tênis direito no seu pé esquerdo? É assim, que estou me sentindo hoje. Como uma peça colocada na posição errada, de um quebra cabeça. Um andróide no mundo humano, um copo vazio ao lado de vários que estão transbordando. Todos estão loucos, ou seriam todos normais e eu louca? E se transformaram loucura em normalidade, e normalidade em loucura, tudo isso em uma humanidade, a humanidade na qual eu não queria estar. Nada parece se encaixar, e nem o sol sabe ser quente mais, as cores estão desbotando, se soltando para colorir o ambiente e me descolorir, parecem não querer que eu brilhe. São milhares de tratores, passando por cima, milhares na minha cabeça. Socialidade nunca foi meu forte, demonstrar sentimentos ruins também não, porém, os bons sim. Como se eu fosse uma espécie de boazinha desfarçada, cheia de rancor. Quando acertam não me lembro, quando erram, não me esqueço, e vou digerindo tudo, pra vomitar na hora certa. Dar as cartas e mostrar quem manda no