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Mostrando postagens de Dezembro, 2009

é tu.

Como pode subestimar alguém? talvez nunca desenganou ninguém. Tu estás longe do sossego,é um garoto, conquistador que arrisca brincar com o perigo. Sabe o que as mulheres gostam, sabe o que elas querem, só não consegue decifrar os pensamentos. Educação, pronúncia e bom tom são apenas capas externas que escondem suas entranhas. Todo homem possui o equipamento, poucos sabem como usar. Se tu tens família, don juan foi seu irmão, e se não fosse o veneno, que no final, embriaga quem sabe como domar, a paixão não cegaria ninguém que se aproxima de ti. Só lhe faltou o dom de saber quando a vítima é fisgada e quando se deve ir rápido ou devagar demais. O amor não soube como entrar neste coração. Seu cupido tem flechas de festim, duram um dia inteiro, quem sabe uma noite, pra depois iludir quem quer que seja. Teu sorriso não nega que é só nisso em que tu pensas, em querer mais e mais seduzir, qualidade não há, há quantidade.Quando te vi, me enganei, só não me iludi, minha cabeça não me deu temp

sobra tanta falta...

Lhe imploro para que passe logo, mas não passe tão rápido, eu preciso de ti razoável, tempo! Tempo que não tenho quando quero ter, que voa quando não há de voar! Que não passa se é pra te ver, tomara que o tempo passe, pra que eu possa te ver de novo. O relógio parou, e eu não sei porque, o dia parou também. Talvez você seja o homem do tempo, e controla tudo isso quando fica do meu lado e quando está longe de mim faz ele passar bem devagar como se fosse castigo, pelos meus risos na hora errada, pela maldita indecisão, pela vida confusa, pela falta de firmeza na decisão. Doce não falta, muito menos ansiedade, que dirá saudade, não me falta aperto no peito, nó na garganta, vontade. O que falta é coragem. Sobra medo, medo de voar, e me jogar de uma vez. Deixo transparecer, mas não digo, o que o coração quer me obrigar a dizer, mando ele me deixar em paz, que eu vou deixar para depois, nós dois, o mundo. Primeiro nós dois, depois o mundo. O mundo não deveria existir, se existisse apenas eu